sábado, 31 de outubro de 2009

FOTOS DO ATAQUE A PEARL HARBOR

O ataque a Pearl Harbor foi uma operação aeronaval de ataque à base norte-americana de Pearl Harbor, efectuada pela Marinha Imperial Japonesa na manhã de 7 de Dezembro de 1941. Esse ataque repentino danificou ou destruiu 11 navios e 188 aviões e matou 2403 militares estado-unidenses e 68 civis. Contudo, os três porta-aviões da frota do Pacífico não se encontravam no porto, pelo que não foram danificados, tal como os depósitos de combustível e outras instalações. Utilizando estes recursos a Marinha foi capaz de, em seis meses a um ano, reconstruir a frota. O ataque marcou a entrada dos EUA na Segunda Guerra Mundial e o início da Guerra do Pacífico, ficando conhecido como Bombardeamento de Pearl Harbor e Batalha de Pearl Harbor, embora o nome mais comum seja Ataque a Pearl Harbor ou simplesmente Pearl Harbor.

As imagens abaixo são impresionantes.



























AS INQUIETAÇÕES SOCIAIS E A BÍBLIA



A sociedade, em todo o mundo, vive um período de intensa agitação. Há guerras e guerrilhas acontecendo em muitos países. Nem precisamos ir muito longe para falarmos em guerras, recentemente aqui no Brasil (depois de ter sido escolhida para sediar as olimpíadas em 2014, no RJ.) uma série de lutas entre traficantes no Rio de Janeiro para tomada dos pontos de droga, uma verdadeira guerra onde tiveram várias vítimas (inclusive um helicóptero foi derrubado por traficantes).
Não é difícil perceber um clima de insegurança em todas as idades e classes sociais. Mesmo em ambientes de zona rural, a inquietação está presente. É praticamente um consenso que “o medo está no ar".
A pergunta que muitos fazem é: “como será o mundo, quando nossas crianças chegarem à idade adulta?”, será que teremos paz?
Aliás, prezado leitor, fico a perguntar onde nós vamos parar?
Refletindo sobre a justiça do país, encontrei numa monografia a seguinte afirmação:

“Em Publicação do Jornal a Notícia de 30/8/2004, foi divulgado os seguintes dados fornecidos pelo Ministério da Justiça: em 2003 deram entrada no Judiciário brasileiro 17,3 milhões de processos e 12,5 milhões foram julgados, ou seja, 68 % dos processos em tramitação na 1ª instância da justiça comum. Ficaram sem a devida prestação jurisdicional 3,7 milhões de processos, ou seja, 21,7 %.”( O ACESSO À JUSTIÇA NO BRASIL: CRISES E PROPOSTAS, autor: José Carlos Espíndola da Silva) .

Morosidade, corrupção... e outros adjetivos que poderiam ser usados para descrever a justiça ( que muitas vezes só pune o pobre!!).
Como poderemos enfrentar esse tempo de inquietações emocionais e sociais?
Será que existe esperança?
Durante os próximos dias refletirei sobre a bíblia e os acontecimentos modernos.

A verdade sobre a inflação


O governo consegue parte dos fundos necessários para seu próprio financiamento através da inflação, isto é, aumentando a quantidade de dinheiro em circulação e a quantidade de saldos bancários acessíveis por meio de cheques (ou, para dizer de outro modo, pela diminuição dos depósitos compulsórios).

A conseqüência inevitável da inflação é o surgimento de uma tendência geral de aumento em todos os preços. Se o governo tivesse obtido todo o dinheiro necessário para suas operações através da taxação dos cidadãos, o aumento dessa demanda por parte do governo seria contrabalanceado por uma queda da demanda por parte dos contribuintes, que agora têm menos dinheiro. A expansão dos gastos do governo seria neutralizada no mercado por uma restrição do consumo dos contribuintes. Mas havendo inflação, a demanda adicional gerada pelos gastos do governo se junta à demanda não diminuída por parte do público - e, assim, os preços sobem.

O que os burocratas têm em mente quando falam em "combater" a inflação não é evitar a inflação, mas suprimir suas inevitáveis conseqüências através do controle de preços. Mas esse é um empreendimento infrutífero. A tentativa de se fixar os preços em um nível menor do que o determinado pelas livres e desimpedidas forças do mercado resulta em negócios nada lucrativos para alguns produtores - aqueles que estariam operando aos custos mais altos. E isso força-os a interromper a produção.

A inflação, em conjunto com o controle de preços, provoca escassez...

Os economistas sabem muito bem que há apenas um meio disponível para impedir mais aumentos nos preços de todas as commodities: acabar completamente com a inflação.

Se o governo obtiver todo o seu financiamento unicamente através da taxação e, assim, parar de aumentar a quantidade de dinheiro em circulação e parar de tomar emprestado dos bancos comerciais, os preços gerais permanecerão inalterados, e não haverá necessidade de termos controles ditatoriais de preços.

Mas o governo não tem qualquer motivo para querer parar com a inflação. Não é eleitoralmente popular para um governo coletar toda a quantia necessária para seus gastos unicamente através da taxação. É preferível iludir o público recorrendo ao aparentemente não oneroso método de aumentar a quantidade de moeda e crédito. Mas, não obstante, qualquer que seja o método de financiamento adotado - seja taxação, empréstimos ou inflação -, os gastos governamentais vão inevitavelmente incidir por completo sobre o público.

Tanto com a inflação, como com a taxação ou com empréstimos, são os cidadãos que irão pagar a conta final. A marca característica da inflação, quando utilizada como um método de complementar os cofres do Tesouro, é que ela distribui o ônus da maneira mais injusta possível, sobrecarregando aqueles que são menos capazes de arcar com suas conseqüências - a saber, os mais pobres.

Um truque semântico

Para evitar levar a culpa pelas conseqüências nefastas da inflação, o governo e seus seguidores recorrem a um truque semântico. Eles tentam mudar o significado dos termos. Eles chamam de "inflação" aquilo que é justamente a conseqüência inevitável da inflação: o aumento dos preços. Eles ficam ansiosos para relegar ao esquecimento o fato de que esse aumento dos preços é produzido justamente pelo aumento da quantidade de dinheiro e de substitutos monetários na economia. E eles nunca mencionam esse aumento.

Eles culpam as empresas e os empresários por esse aumento do custo de vida. Esse é o caso clássico do ladrão gritando "pega ladrão!". O governo, que é quem produziu a inflação ao multiplicar a oferta monetária, incrimina os produtores e os mercadores, e se jacta de ser o grande paladino dos preços baixos.

Enquanto o governo está ocupado molestando vendedores e consumidores com uma enxurrada de decretos e regulamentações, cujo único efeito é a escassez, o Tesouro e o Banco Central seguem com a inflação.



Ludwig von Mises foi o reconhecido líder da Escola Austríaca de pensamento econômico, um prodigioso originador na teoria econômica e um autor prolífico. Os escritos e palestras de Mises abarcavam teoria econômica, história, epistemologia, governo e filosofia política. Suas contribuições à teoria econômica incluem elucidações importantes sobre a teoria quantitativa de moeda, a teoria dos ciclos econômicos, a integração da teoria monetária à teoria econômica geral, e uma demonstração de que o socialismo necessariamente é insustentável, pois é incapaz de resolver o problema do cálculo econômico. Mises foi o primeiro estudioso a reconhecer que a economia faz parte de uma ciência maior dentro da ação humana, uma ciência que Mises chamou de "praxeologia".
Fonte: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=101

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

As cinco diferentes atitudes


O texto a seguir é adaptado de uma história de Portia Nelson:

1 - Eu caminho pela rua. Existe um buraco na calçada. Eu estou distraído, pensando em mim, e caio lá dentro. Me sinto perdido, infeliz, incapaz de pedir ajuda. Não foi minha culpa, mas de quem cavou aquele buraco ali. Eu me revolto, fico desesperado, sou uma vítima da irresponsabilidade dos outros, e passo muito tempo lá dentro.

2 - Eu caminho pela rua. Existe um buraco na calçada. Eu finjo que não vejo, aquilo não é meu problema. Eu caio de novo lá dentro. Não posso acreditar que isto aconteceu mais uma vez, devia ter aprendido a lição, e mandado alguém fechar o buraco. Demoro muito tempo para sair dali.

3 - Eu caminho pela rua. Existe um buraco na calçada. Eu o vejo. Eu sei que ele está ali, porque já caí duas vezes. Entretanto, sou uma pessoa acostumada a fazer sempre o mesmo trajeto. Por causa disso, caio uma terceira vez; é o hábito.

4 - Eu caminho pela rua. Existe um buraco na calçada. Eu dou a volta em torno dele. Logo depois de passar, escuto alguém gritando - deve ter caído naquele buraco. A rua fica interditada, e eu não posso seguir adiante.

5 - Eu caminho pela rua. Existe um buraco na calçada. Eu coloco tábuas em cima. Posso seguir meu caminho, e ninguém mais tornará a cair ali.

Fonte: http://colunas.g1.com.br/paulocoelho/

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

VITIMAS DAS GREVES

Não se fala em outra coisa, as greves estão sendo destaques nos noticiários.
Com a Revolução Industrial surgiu o liberalismo econômico. As condições impostas por essa doutrina, levaram o operariado a clamar por greve. Historicamente, a paralisação de atividades ou serviços é um dos recursos mais eficazes, à disposição dos trabalhadores ou do povo em geral, como meio de pressão para se obter determinada reivindicação.
tornaram-se célebres as revoltas dos escravos, na época Colonial, contra a opressão e exploração, quando então se organizavam em revoltas ou quilombos.
No século passado, em 1858, os tipógrafos do Rio de Janeiro entraram em greve, por motivo de melhoria salarial. A partir daí, surgiram outras greves como: a dos ferroviários da Central do Brasil em 1891 e a greve dos Colonifícios Crespi de São Paulo que abrange várias cidades do interior do estado, envolvendo cerca de 75.000 operários. Na época as greves representavam uma ameaça aos governos totalitários que insistiam em exercer seu poder através de sanções. Porém, a partir de 1900, quando o sistema político caracterizou-se pela idéia liberal que defendia a confiança no indivíduo e não no Estado, a greve exerceu-se com uma liberdade dos trabalhadores, sem leis que a restringissem ou a disciplinassem.Em 1937, com a implantação do Estado Novo, a greve voltou a ser encarada como um delito e considerada como um recurso anti-social e prejudicial à economia.Na década de 80, os movimentos sindicalistas recrudesceram, com a chamada abertura política e recomeçaram as paralisações com destaque para o chamado centro industrial paulista. Os metalúrgicos paralisaram o trabalho durante 30 dias. Seguiram-se muitos conflitos de caráter violento, manifestações de rua e confrontos com tropas policiais. Esse período foi um marco para as conquistas trabalhistas. A forte influência sindical dos anos 80, culminou inclusive, na criação de um partido político que mais tarde se tornaria um dos mais importantes partidos; o partido dos trabalhadores.
Sob o ponto de vista Constitucional, nossas Cartas Políticas de 1824, 1891 e 1934 se omitiram acerca do direito de greve; a Constituição de 1937, porém declarou a greve e o "locaute" como recursos anti-sociais.
A Constituição de 1946 reconheceu como direito dos trabalhadores, mas com amplas restrições aos chamados serviços essenciais e industriais básicos.
As Constituições de 1967 e 1969 reproduziram tais restrições, especificadas na legislação ordinária.
A Carta Magna vigente assegurou amplo exercício do direito de greve, estabelecendo que a lei definirá os serviços ou atividades essenciais e disporá sobre o atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade, sendo que os abusos cometidos sujeitam os responsáveis às penas da lei.

Mas, por mais que se fale em direito de greve, do trabalhador...
Quem mais sofre é sem dúvida o povo, que inclusive não tem nada haver.
A greve ,sinceramente, é um mecanismo que "belisca" o povo para ver se as autoridades ficam sensibilizadas.

Dos valores e da elite



Nivaldo Cordeiro | 21 Outubro 2009
Artigos - Conservadorismo

Ortega sempre quis dizer aristocracia, a aristocracia do espírito e do saber superior, aquela que moldou a Europa em sua história, desde o século IV a.C. O fato fundamental é que essa aristocracia deixou de ser elite dirigente, ou seja, não comanda mais o Estado e nem as igrejas e nenhuma outra magistratura onde se requer o elemento da aristocracia do espírito. Essa elite está sendo recrutada entre os opostos aos egrégios, é ela mesma uma ralé, como bem disse Voegelin, certa vez.

Sou um habitual leitor do que escreve Luiz Felipe Pondé, filósofo da PUC de São Paulo, especialmente de seus artigos semanais publicados na Folha de S. Paulo. Sempre em ângulos surpreendentes e com um diagnóstico preciso e corrosivo sobre a alma humana em geral, mais do que a alma coletiva brasileira. Por exemplo, seu texto sobre o filme de Lars Von Trier, O Anticristo, foi absolutamente surpreendente para mim e a meu ver o que de melhor se escreveu sobre o assunto. Pondé viu o que ninguém viu. Por textos assim é que aguardo todas as segundas feiras para ver que surpresa ele nos trará. Meu temperamento tende a comungar quase sempre do seu pessimismo. "Nada há de novo sob o sol".

A crônica de ontem, todavia, me fez parar para pensar se ele está certo (Os tais valores). Coincidiu que, à noite, pude rever o filme Um homem para a eternidade, que retrata o duelo de Thomas Morus com Henrique VIII e o seu sacrifício em nome dos "valores". Que contraste há entre o exemplo do santo católico e a crônica corrosiva de Pondé sobre os valores. Será que ele se esqueceu dos santos? Dos filósofos? Dos profetas? Da aristocracia do espírito que sempre houve, mesmo que esteja ocultada pela multidão ruidosa e repugnante dos ignorantes? Ao contrário do filósofo, entendo que temos de falar dos valores. Eu comungo da visão de que há um padrão imutável de justiça, consoante uma lei natural, por mais que dela nos desviemos e por mais injustiça que pratiquemos. E quero aqui que nos esqueçamos do Estado, esse monstro desgraçado que, em nome da justiça, tornou-se o praticante das mais cínicas e nefandas injustiças. Falo das almas individuais.

O filme sobre a vida do Thomas Morus é relevante não apenas por causa do seu exemplo, seu apego aos "valores", ainda que ao custo de dar ao cepo seu pescoço. Hoje teria sido tomado por tolo. Foi até o fim na defesa de sua fé, dos seus "valores". Mas é relevante também porque mostra que naqueles tempos havia um sistema de leis estatais que ainda guardava relação com a lei natural e que até a maneira de vestir das pessoas era recatada e decorosa, consoante os mandamentos. E pensar que Morus morreu por discordar do divórcio do rei, nós que hoje praticamos o divórcio com a facilidade com que tomamos um copo de água. Acho que Pondé se esqueceu desse tempo em que ainda havia retidão moral em uma minoria aristocrática, egrégia, que modelava o comportamento da maioria. Havia valores superiores que eram reverenciados, mas certamente nem sempre eram observados, pois é mais humano o vilipêndio do que vem do alto do que o seu cumprimento. É a condição humana, "nada de novo sob o sol".

A humanidade não é hoje mais pecadora do que era antes. Ela é apenas mais cínica, mais exibida, mais assumida diante da impiedade. Antes, o praticante do erro sabia que estava em erro e procurava corrigir-se; hoje, ufana-se de seus próprios erros e, pior, quer que todos pensem que seus desvios de conduta são eles mesmos virtudes. E os quer elevar à norma positiva do Estado, obrigando a todos a imitá-lo. A perfeita caricatura da lei natural.

O relevante nos tempos de hoje é que esse sentido de permanência no padrão moral superior acabou-se. É tudo relativo agora, é tudo ditado por uma elite cínica e hedonista, absolutamente ignorante da existência desses valores permanentes, que nunca mudaram. É a moral superior esquecida. Os homens mudaram, as leis do Estado mudaram, mas a lei natural permanece a mesma sempre e sempre.

Eu disse elite? Sim, e aqui cabe um comentário adicional. Sou leitor assíduo de Ortega y Gasset e nutro reverência pelo livro A Rebelião Das Massas. Mas sempre senti uma insuficiência neste grande livro e ela está precisamente aqui, quando Ortega usa de forma inconveniente a palavra elite (ver meu artigo anterior). Ortega sempre quis dizer aristocracia, a aristocracia do espírito e do saber superior, aquela que moldou a Europa em sua história, desde o século IV a.C. O fato fundamental é que essa aristocracia deixou de ser elite dirigente, ou seja, não comanda mais o Estado e nem as igrejas e nenhuma outra magistratura onde se requer o elemento da aristocracia do espírito. Essa elite está sendo recrutada entre os opostos aos egrégios, é ela mesma uma ralé, como bem disse Voegelin, certa vez.

Quem é a elite hoje? É qualquer um que alça a um cargo público, seja por concurso ou por sufrágio, ou que comanda alguma grande empresa, recrutado por critérios semelhantes. Os concursos são projetados sob medida para escolher aqueles que são antípodas da aristocracia do espírito, papagaios repetidores de slogans revolucionários e materialistas. Os niilistas convictos. Só acessam aos postos de mando a ralé do espírito, os negadores da verdade, os aleijados da alma. Essa ralé é certamente uma elite, mas não forma a aristocracia, nos termos que o exemplo de Thomas Morus nos legou. É aquilo que certa vez eu chamei de Elite de Zottmann, a ralé governando.

Aliás, o filme que trata da biografia de Morus relata precisamente o ponto de inflexão entre o antigo e o moderno, entre a verdade e a mentira, entre a integridade aristocrática do espírito e essa mesquinharia hedonista e vergonhosa que é toda a modernidade. Se ignorarmos essa gente de escol, que não pode mais sequer falar em público sem ser apupada, vez que a verdade está prejudicada, então é preciso reconhecer que Pondé está certo e sua crônica é um retrato fiel dos tempos. Ela teria sido completa se não cometesse o erro de achar que é tudo a mesma coisas, em todos os tempos: "que esse papo de 'valores' serve para evitarmos falar de coisas mais sérias". Ora, falar de valores é o que de fato é substantivo, é o que interessa à aristocracia do espírito, esses "restos de Israel" que andam perdidos por aí. Falar de valores é o repetir do eco de um tempo em que a humanidade estava em consonância com a transcendência.
Fonte:http://www.midiasemmascara.org/artigos/conservadorismo/9797-dos-valores-e-da-elite.html

21/10 - O ARQUITETO DA MENTIRA




"Os mais nocivos mentirosos são os que resvalam na orla da verdade.” J. L. Hare, Guesses at Truth

A mentira, sem dúvida, possui uma estética, um ritual. A palavra “estética” vem do grego e significa “eu sinto”. Por conseguinte, a estética da mentira, o seu sentido, tem como propósito afetar diretamente nossa sensibilidade e nos convidar a não resistir...Um cultor da mentira como estética era Joseph Goebbels, ministro da Propaganda de Adolf Hitler, que aconselhava: "uma mentira, repetida mil vezes, acaba se tornando verdade", no que relembrava Voltaire, que, no século XVIII afirmava: "caluniai, caluniai, alguma coisa fica." Contra essa estética viciosa, insurgiu-se, por sua vez, Sir Bertrand Russell, quando assinalou: “uma mentira, repetida por 50 milhões de pessoas, continua sendo uma mentira.” No Brasil, temos hoje um povo que só deseja acreditar, sem reservas, em Lula.

Por Waldo Luís Viana